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A Consciência e a Voz do Coração

No artigo anterior compartilhei aqui um enigma. Recebi muitas respostas interessantes, a maioria no privado, e fiquei de retornar com o que tinha em mente quando o escrevi. Fiquei pensando, o que será que faz com que, em ambientes de alta exposição profissional, como o Linkedin, preferimos compartilhar o que é senso comum em lugar de soltar a voz da consciência, a voz do coração?

Quantas novidades contidas em antigas sabedorias já nos diziam que estivemos nos afastando da nossa consciência mais profunda de quem somos, o que estamos fazendo aqui e qual contribuição nossa alma tem pedido para darmos às pessoas e ao mundo em geral a nossa volta.

É necessário que um respeitado pensador, a quem admiro muito, como o Raj Sisodia, nos alerte sobre o fato de que as coisas mais valiosas para a nossa felicidade e bem-estar estavam ficando do lado de fora dos muros corporativos. Nossas organizações precisam se tornar comunidades para seres humanos de verdade, organizações humanizadas, e que assumam seu papel como veículo de cura daquilo que fez adoecer (vide Empresas Humanizadas e Healing Organizations). É necessário trazer pesquisas que mostrem que empresas humanizadas são duas vezes mais rentáveis que a média, possuem clientes 240% mais satisfeitos, colaboradores 225% mais felizes e que A felicidade e o bem-estar libertam o potencial humano. Por acaso, o nosso coração já não sabia disto?

Uma “nova” consciência começa a despertar de uma longa letargia. Uma nova liderança é conclamada a assumir lugar.

Talvez, a depressão e ansiedade que invadiu o nosso mundo tenham vindo “descalar” aquilo que nossa consciência e o nosso coração sempre vinham sussurrando e, ocupados demais, não conseguíamos escutar. Hora de ouvir a voz do coração. Como disse William Shakespeare:

“A consciência é a voz da alma...A consciência tem mais de mil línguas”

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